segunda-feira, 4 de junho de 2012


Um quarto de século depois, continuam repercussões do que é considerado o maior desastre nuclear da história

                                  Turistas tiram foto em frente ao reator 4, destruído no acidente


Parque de diversões próximo à Chernobyl
 
  • Destroços de uma casa abandonada em Pripyat 








 Casa abandonada em Pripyat após o acidente na Usina Nuclear de Chernobyl

 Centro de Controle dos reatores 1 e 2 da Usina de Chernobyl

Grafite em muro da cidade abandonada de Pripyat
Ônibus de turistas passa em frente ao reator 4 da Usina de Chernobyl
Era o começo da manhã de um sábado quando o sistema do reator nuclear da usina de Chernobyl falhou, resultando numa explosão que destruiu seu teto. Cerca de 50 pessoas, a maioria funcionários que estiveram envolvidos com a contenção da falha, morreram nos primeiros minutos do maior acidente nuclear da história. No dia do desastre, os funcionários que trabalhavam na sala de controle do reator 4 perceberam que havia algo errado, embora não tivessem percebido a grande explosão na sala principal, que ficava a poucos metros de distância de onde estavam. Mais tarde, investigações concluíram que decisões equivocadas, mau estado de conservação e descuido com a segurança levaram às falhas técnicas que resultaram no acidente.
A explosão de 26 de abril de 1986 espalhou uma nuvem de partículas radioativas que ultrapassou os limites da União Soviética e atingiu parte da Europa. Mais de 350 mil pessoas que viviam nas áreas contaminadas na Ucrânia, Bielo-Rússia e Rússia firam forçadas a partir em retirada de suas casas. O desastre não foi anunciado pelo governo soviético apenas 72 horas após o ocorrido. Por três dias o mundo não tomou conhecimento exato do que havia ocorrido enquanto a radiação seguia se espalhando.

A explosão liberou 440 vezes mais radiação que a bomba atômica lançada na cidade japonesa de Hiroshima, em agosto de 1945. Milhares de pessoas ficaram doentes. A floresta virgem e as fazendas da região ficaram seriamente contaminadas. A Organização Mundial da Saúde estima que cerca de 600 mil pessoas foram gravemente expostas à radiação e que houve mais de seis mil casos de câncer de tiróide em pessoas que na época da explosão eram ainda crianças. Acredita-se que mais de 4 mil pessoas morram prematuramente em virtude da explosão.

 A vila de Chernobyl fica a cerca de 15 quilômetros da usina nuclear que carrega o mesmo nome – consideravelmente mais longe que a cidade fantasma de Pripyat a apenas 3 quilômetros do acidente. Moradores das duas cidades tiveram que abandonar suas casas após o acidente.

A cidade constitui uma coleção de prédios dilapidados, uma pequena loja, um caixa eletrônico e uma simples pousada para visitas oficiais. O bar foi fechado e um monumento da era soviética na praça principal permanece intacto como uma relíquia do passado.
Ela é moradia de uma equipe de 3.800 pessoas, entre engenheiros, cientistas, bombeiros e administradores, que trabalham na usina e nos arredores da Zona de Exclusão. Para limitar a exposição à radiação, os funcionários trabalham em sistema de rodízio, trabalhando quatro dias e descansando três, ou durante 15 dias, com 15 dias de folga.
Embora a usina ainda não produza eletricidade, mais de 3 mil pessoas trabalham lá. Os trabalhadores estão envolvidos com uma série de tarefas, incluindo a desativação das unidades 1, 2 e 3, administração do material nuclear e radioativo que ainda persiste no local, monitoramento do meio ambiente no arredor da usina e construir um novo abrigo sobre o reator 4.

Agnetha Fältskog

agnetha no tempo do abbaagnetha hoje em dia

Agneta Åse Fältskog (Jönköping, 5 de abril de 1950) é uma famosa cantora e compositora sueca. Ela é mais conhecida por ter integrado o bem sucedido grupo sueco de música pop ABBA, entre 1972 e 1982.
Desde pequena, ela era estimulada por seu pai, Knut Ingvar Fältskog (1922-1995), que à levava para fazer apresentações em parques públicos. Com apenas cinco anos de idade, ela começou à aprendeu à tocar piano, além de fazer sua estréia nos palcos, cantando uma canção chamada "Billy Boy" em uma festa. Uma de suas primeiras composições, foi uma canção chamada "Trollet som hade en boll och träffade ett annat troll" (português: O troll que tinha uma bola e encontrou outro troll), que segundo dizem, é uma composição muito romântica e com um final feliz. Aos sete anos de idade, ela ganhou um piano de presente de seus pais e ela logo começou a estudar em uma escola de música. Ela também cantou em corais de igreja.

o começo da sua carreira
Em 1963, com apenas 13 anos de idade, ela formou um trio chamado The Cambers, juntamente com as amigas de infância Lena Johansson e Elisabeth Strub. O grupo fazia bastante turnês pela Suécia, e quando ela começou a se tornar popular, resolveu embarcar em carreira solo. Aos 15 anos, ela já compunha suas próprias músicas para as apresentações. Seu principal ídolo na época era a cantora americana Connie Francis. Também aos quinze anos de idade, Agnetha abandonou a escola para se dedicar somente à carreira de cantora e compositora. Foi quando juntou-se à "Bernt Enghardt's Orchestra". Na época ela trabalhava como telefonista em uma concessionária de automóveis em Jönköping. Portanto, ela trabalhava durante o dia, e cantava durante à noite. Bernt Enghardt, que era de Huskvarna, próximo de Jönköping, estava procurando uma nova cantora para sua banda, já que a outra cantora, Agnetha Desilva, tinha saído.
Após um ano na banda de Bernt, Agnetha separou-se de seu namorado (Björn Lilja) e isto lhe inspirou a escrever uma canção chamada "Jag var så kär". Bernt Enghardt então enviou uma fita com "Jag var så kär" para o famoso cantor sueco Little Gerhard, que tinha um programa no rádio. A música foi tocada no programa. Porém nada aconteceu. Então, Agnetha enviou uma fita para várias gravadoras, e, finalmente, ela conseguiu uma resposta da Cupol.
Seu primeiro single "Jag var så kär" (português: Eu estou tão apaixonada), foi lançado pela gravadora CBS-Cupol no final de 1967, sem a Bernt Enghardt's Orchestra. Este single chegou ao topo das paradas na Suécia em 28 de janeiro de 1968 e vendeu mais de 80 mil cópias. A canção foi escrita quando Agnetha separou-se de seu namorado, anterior à Dieter Zimmermann.
Em 1968, Agnetha assinou contrato com a gravadora CBS-Cupol e lançou seu primeiro álbum em sueco da carreira. O álbum levava seu nome no título e incluía as canções "Jag var så kär" e "Utan dej mit liv gar vidare", que foram gravadas no mesmo dia. Ainda em 1968, numa das suas turnês, conheceu o músico, compositor e produtor alemão Dieter Zimmermann, sete anos mais velho que ela, por quem se apaixonou. Ficaram noivos, mas não chegaram a se casar. Dieter acabou falecendo em 1978. Agnetha deixou o emprego na concessionária de automóveis em fevereiro de 1968.
Ainda em 1968, Agnetha começou a gravar alguns singles em língua alemã e lançá-los na Alemanha. Tudo supervisionado pelo então namorado Dieter Zimmermann, pois ele viu que ela faria sucesso no mercado alemão. Seu último single em alemão foi lançado em 1972. No total, ela lançou oito singles no mercado alemão, totalizando 16 músicas. Em 1994, um fã clube holandês lançou uma compilação não oficial contendo todos os seus singles em língua alemã.
Em 1969, é lançado seu segundo álbum, "Agnetha Fältskog Vol.2", confirmando a crescente popularidade da cantora. No verão desse ano ela conheceu Björn Ulvaeus, num especial na TV, com quem iniciou um romance e consequentemente, casaram-se.
Em 1970, foi lançado o single "Om Tårar Vore Guld" (português: Se lágrimas fossem de ouro), que teve alguns problemas em ser divulgado, graças a acusações de plágio contra Agnetha. O compositor dinamarquês Dane Per Hviid acusou-a de ter supostamente copiado uma parte da melodia de uma canção que ele tinha escrito na década de 1950, que nunca foi gravada. O caso arrastou-se até 1977, quando um acordo foi firmado e Fältskog pagou os tais devidos valores ao compositor. Agnetha então lançou seu terceiro álbum em sueco, intitulado "Som Jag Är" (português: Como eu sou). Ela passava a maior parte do tempo empenhada nas apresentações como integrante da banda que mais tarde denominariam ABBA, que tinha como integrantes Björn Ulvaeus e mais dois amigos, o casal Benny e Frida.
Em 6 de julho de 1971, Agnetha e Björn casaram-se em Västra Götaland, um condado da Suécia. No mesmo ano, ela lançou seu quarto álbum intitulado "När En Vacker Tanke Blir En Sång" (português: Quando um belo pensamento torna-se uma canção), que foi produzido por Björn Ulvaeus e que foi um sucesso.
Em 1972, Agnetha interpretou Maria Madalena na produção sueca do aclamado musical Jesus Christ Superstar. O single "I Don't Know How To Love Him" (português: Eu não sei como amá-lo), que está no musical, (porém em versão diferente no single) tocou nas rádios suecas por vários meses.

              ABBA

Em 10 de fevereiro de 1973, o ABBA (ainda sendo chamado "Agnetha, Anni-Frid, Björn & Benny") fica em 3º lugar no Melodifestivalen (pré-selecção sueca para o Festival Eurovisão da Canção), ou seja, não obteve classificação. A música apresentada na pré-selecção foi "Ring Ring", uma das primeiras composições da banda em inglês. Um ano depois, em 1974, o ABBA vence o Melodifestivalen, agora com a canção "Waterloo", classificando-se assim para o Festival Eurovisão da Canção de 1974, e consequentemente sendo vitorioso também neste festival.
Em 23 de fevereiro de 1973, nasce Elin Linda Ulvaeus, primeira filha de Björn e Agnetha. Ainda nesse ano, a gravadora Cupol lançou o disco "Agnetha Fältskogs Bästa", uma coletânea com os melhores singles dos últimos quatro álbuns da cantora.
Em 1974, o ABBA, já com fama mundial ao ganhar o Festival Eurovisão da Canção de 1974, com a canção "Waterloo", lança seu segundo LP (o primeiro foi "Ring Ring", de 1973), também chamado "Waterloo". O álbum fez um sucesso gigantesco, alcançando o 1º lugar em seis países e garantindo a 6ª posição da Billboard.
Em 1975, Agnetha se dividia entre as gravações do terceiro álbum do grupo e o lançamento de seu sexto e último álbum em sueco, intitulado "Elva Kvinnor I Ett Hus" (português: Onze mulheres em uma casa), que vendeu mais de 50 mil cópias. Em abril, o grupo lançou seu terceiro álbum, auto-intitulado "ABBA", que vendeu milhões de cópias pelo mundo e em setembro, o grupo sai numa turnê de duas semanas pelos EUA. Sua filha na época, tinha dois anos de idade e Agnetha se mostrava muito preocupada com o impacto das viagens sobre Linda.
Em 4 de dezembro de 1977, nasce em Estocolmo, o segundo filho do casal, Peter Christian Ulvaeus.
Em 1978, o grupo parou a turnê para que Agnetha pudesse cuidar de seu novo bebê. No final desse ano, ela e Björn resolvem se divorciar, mas concordaram em permanecer com o grupo.
Em 1979, o grupo embarca em uma grande turnê mundial, a excitação do público a deixava incomodada, já que ela tinha um certo medo de multidões. Nesse mesmo ano, a imprensa anuncia o divórcio de Agnetha Fältskog e Björn Ulvaeus. Também é lançada a coletânea "Tio år med Agnetha" (português: 10 anos com Agnetha).
Em 1981, é gravado e lançado o disco natalino "Nu tändas tusen juleljus" (português: Agora as luz mil luzes de Natal), com sua filha Linda Ulvaeus, então com 9 anos. Fältskog participou como compositora no Melodifestivalen 1981, quando ela e a letrista sueca Ingela Forsman escreveram em parceria a canção "Men natten är vår" (inglês: "But the night is our"; português: Mas a noite é nossa), canção esta interpretada no festival pela cantora sueca Kicki Moberg.
Em 1982, com os romances partidos no grupo ABBA, já que Benny e Frida também se divorciaram, o grupo resolve não gravar mais sobre o nome ABBA. Na verdade, o grupo nunca anunciou oficialmente o fim. Já em carreira solo, Fältskog gravou um dueto com o cantor sueco Tomas Ledin, chamado "Never Again", ainda em 1982. A canção saiu em single na época e foi incluída na re-edição de seu primeiro disco solo como bônus, em 2005. Também apareceu em disco solo de Thomas.

                            APOS O ABBA

Em 1983, Agnetha lança seu primeiro álbum em inglês, chamado "Wrap Your Arms Around Me", que vendeu, apenas na Suécia, 320 mil cópias. Este disco foi produzido pelo produtor australiano Mike Chapman. Também foi seu primeiro disco lançado após sua separação do ABBA. Ela também apareceu num filme sueco chamado 'Raskenstam', ainda em 1983, e cantou no mesmo ano a música "It's So Nice to Be Rich" (português: É tão bom ser rico) como música-tema de um outro filme chamado 'P&B'.
Em 1985, ela lança seu segundo álbum em inglês, chamado "Eyes Of A Woman" (português: Olhos de uma mulher), produzido por Eric Stewart, ex-10cc. Este álbum, apesar de obter menor êxito no exterior, foi um tremendo sucesso na Suécia.
Em 1986 a Cupol lançou uma compilação de seus álbuns solo intitulada "Sjung Denna Sång". Também gravou um outro dueto, agora com o cantor sueco Ola Håkansson, (a canção "The Way You Are" em 1986).
No ano de 1987, Agnetha lançou um álbum infantil com seu filho Christian Ulvaeus, então com 10 anos, chamado "Kom Folj Med I Vår Karusell" (português: Venha juntar-se à nós em nosso carrosel) e seu terceiro álbum em inglês, "I Stand Alone" produzido pelo cantor e produtor americano Peter Cetera (ex-Chicago). O álbum vendeu 170 mil cópias e foi o último lançado por ela antes de uma longa pausa, que durou até 2004. Neste disco, há um dueto com ela e Peter Cetera, chamado "I Was not The One (Who Said Goodbye)".
Em 1990, Agnetha casou-se pela segunda vez, agora com o cirurgião Tomas Sonnenfeld, porém divorciaram-se 3 anos depois.
Agnetha se afasta de vez da mídia e da vida pública. Dizia não escutar mais música, muito menos as do ABBA, sendo até comparada com a atriz Greta Garbo, pois as pessoas raramente a viam. Foram anos de reclusão da vida pública.
Em 1997, ela iniciou um relacionamento com um motorista holandês chamado Gert van der Graaf. Gert era um fã obcecado por Fältskog e era 16 anos mais novo que ela. Ele ficou obcecado por Fältskog desde sua primeira aparição com o ABBA, no Festival Eurovisão da Canção de 1974. Quando ela terminou o relacionamento com ele, após dois anos, van der Graaf começou a perseguir e assediar a cantora. Fältskog então entrou com um boletim de ocorrência e van der Graaf foi condenado a ordens judiciais e a deportação.
Após este incidente, ela aceitou gravar, em 1999, uma pequena entrevista, e algumas imagens dela caminhando por Estocolmo, para o documentário The Winner Takes It all - A História do ABBA.


                          ANOS SEGUINTES


Em 2004, surpreendeu a seus fãs, ao anunciar que estava gravando e produzindo um novo álbum de estúdio, chamado "My Colouring Book", produzido por Agnetha, Anders Neglin e Dan Strömkvist. Este disco chegou ao topo das paradas na Suécia e deu a Agnetha um disco de platina. A maioria das canções que compõe o disco são covers dos anos 60.
Também em 2004, é lançado um box contendo os seus cinco primeiros álbuns em sueco, lançados entre 1968 e 1975, além de um CD bônus, totalizando 6 discos.
Ela concedeu algumas entrevistas e disse que sentiu vontade de cantar de novo, e também após várias cartas de fãs que ela recebeu ao longo dos anos dizendo que sentiam falta da voz dela, também a motivaram muito. O álbum foi lançado em 2004, com músicas que Agnetha escolheu, que eram especiais para ela. A maioria destas canções foram hits nos anos 50 e 60. Agnetha disse que não sabia se aquele era o adeus definitivo à música ou se um dia ela voltaria a cantar novamente.
Em 2005, Agnetha e os outros 3 integrantes do ABBA compareceram à premiere do musical Mamma Mia!, em Estocolmo, porém todos entraram separadamente. Não houve nenhuma foto dos 4 juntos, e diferente dos outros, Agnetha não quis dar entrevistas naquela noite. Também neste mesmo ano, são relançados seus dois primeiros álbuns em inglês, "Wrap Your Arms Around Me" de 1983 e "Eyes Of A Woman", de 1985, ambos com faixas-bônus e remasterizadas.
Em 2008, foi lançado o filme do musical Mamma Mia!, na première em Estocolmo. Novamente os 4 membros do ABBA estavam presentes, e dessa vez Agnetha apareceu de mãos dadas com Frida, e até "dançou" de roda, com Frida e Meryl Streep, protagonista do musical cinematográfico.
Em janeiro de 2009, novamente Agnetha aparece publicamente, dessa vez com Frida na premiação Rockbjörnen na Suécia, elas foram juntas receber um prêmio destinado ao ABBA. Agnetha deu entrevista junto a Frida na premiação, e até "brincaram" que estariam gravando um CD duplo as duas juntas.
Em dezembro de 2010, Agnetha deu uma entrevista e posou para uma revista de moda sueca, chamada 'M Magasin'. Ela falou sobre seu cotidiano, sobre como cuida de seu corpo, e de como seria muito bom se ela e os outros integrantes do ABBA se reunissem para um evento beneficente, além de posar em fotos com vestidos produzidos por Lolo Murray.[1][2]
Em julho de 2011, Agnetha compareceu à festa de aniversário de 50 anos do diretor sueco Magnus Skogsberg, onde a mesma foi fotografada ao lado de Anders Öhrman, pelo fotógrafo Peter Knutson. [3][4]
Em 13 janeiro de 2012, Agnetha compareceu ao 'ELLE Galan 2012', no Grand Hotel, em Estocolmo, Suécia, para receber o Prêmio de Lenda da Moda ELLE.[5][6]
Atualmente, Agnetha vive em um subúrbio calmo de Estocolmo em sua fazenda, junto de sua filha, seu genro e dois netos.

  olha minha sincera opniao a agnetha sempre vai ser a divã do abba , a  frida tento desbancala mais nao consegui , como uma mulher com um dente quebrado e mão de vaca para paga iria desbancar agnetha que é linda , e envelheceu muito bem Foto de Agnetha Fältskog
Foto de Agnetha Fältskog

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Bruna surfistinha a loira mais conhecida do pais


Raquel Pacheco, mais conhecida pelo pseudônimo de Bruna Surfistinha[1], (Sorocaba, 28 de outubro de 1984) é uma ex-prostituta brasileira e ex-atriz de filmes pornográficos que se tornou uma celebridade da internet a partir de 2005. Hoje ela é escritora e atua como DJ em matinês e outros tipos de eventos. Além de produzir roteiros, Raquel atuou também em um longa, porém, ganhou notoriedade apenas após a publicação de sua autobiografia, O Doce Veneno do Escorpião, em que deu seu depoimento ao jornalista Jorge Tarquini, que escreveu esse livro e o segundo, O que Aprendi com Bruna Surfistinha, o qual atingiu o posto de best-seller no Brasil. Participa atualmente da quarta edição do reality show A Fazenda da Rede Record.

Raquel Pacheco iniciou seus esforços literários através de um blog, com o nome Bruna Surfistinha, onde comentava sua rotina como prostituta. Esse blog se popularizou entre os internautas, atingindo cerca de dez mil visitas mensais ao site. Neste blog, Raquel referia-se sobre preferências e costumes de sua vida noturna de uma maneira análoga aos diários comuns aos adolescentes.
Depois de algum tempo como prostituta, Raquel conheceu seu futuro marido, João Correa de Moraes — o qual ela se referia publicamente como "Pedro" ou "João Paulo". Após realizarem cerca de sete programas, João Correa abandonou a esposa para viver com Raquel. Nesta época, em 2006, no auge da fama de Raquel, ele chegou a fazer uma aparição pública no Programa do Jô.[2]
No dia 27 de abril de 2006 o jornal americano The New York Times publicou um artigo sobre o fenômeno, intitulado, em tradução livre, Aquela que controla seu corpo pode irritar seus compatriotas, assinado por Larry Rohter. O artigo comenta a popularidade do livro de Raquel Pacheco no Brasil


A Prostituta Bruna

Raquel Pacheco foi adotada por uma familia, e aponta a descoberta deste fato como uma das causas para, aos 17 anos, fugir de casa, usar drogas e prostituir-se. Informa que nunca teve falta de bens materiais, e que gozava de boa educação, em colégios particulares.
Atendia os clientes - em média quatro por dia, segundo ela mesma declarou no blog e no livro - sempre em bairros nobres de alguma cidade. Foram mais de 3 anos de atividade.

O Livro e a Aposentadoria


Bruna Surfistinha no Campus Party 2009
Em 2005, ainda sob os auspícios da fama de seu blog, Surfistinha faz publicar um relato de sua vida. O livro, intitulado "O Doce Veneno do Escorpião — O Diário de uma Garota de Programa", seria uma descrição não-fictícia da vida como prostituta, escrito pelo jornalista Jorge Tarquini, que recolheu os depoimentos da garota para escrever a obra. Ali, o leitor encontra descrições de uma jovem prostituta que entrou num mundo, segundo ela, desconhecido, mas que se lhe tornou rotineiro:
"Transas enlouquecidas, surubas, muitos homens (e mulheres) diferentes por dia, noites quase sem fim. O que pode ser excitante para muitas garotas como eu, na efervescência dos vinte anos, para mim é rotina. É meu dia-a-dia de labuta"
Depois de lançado, o livro rapidamente alcançou a lista dos mais vendidos, com concorridas noites de autógrafos e lançamento em Portugal e na Espanha, além de ter várias tiragens. As vendagens atingiram a soma de 250 mil exemplares.
No ano de 2006 um segundo livro de Raquel, "O que Aprendi com Bruna Surfistinha", lançado pela mesma editora Panda Books com texto do mesmo jornalista Jorge Tarquini, alcançou vendagem de 18 mil exemplares, considerado bom para o mercado brasileiro .
No ano de 2007 é lançado o terceiro livro da série escrita por Raquel Pacheco, intitulado "Na cama com Bruna Surfistinha", na qual se tem material escrito especialmente para o público adulto, sendo que há inclusive a indicação etária na capa do mesmo.[carece de fontes?]

O DVD

Em 2006, a produtora de filmes adultos Sexxxy lançou o DVD 3X com Bruna Surfistinha onde Raquel Pacheco participa de três histórias pornográficas. O DVD está disponível para download gratuito em diversos sites da internet.
Em entrevista concedida ao Programa do Jô da rede Globo, Raquel relata que se arrependeu de ter gravado o DVD. Ela conta inclusive ter recebido um cachê de apenas R$500,00 por sua participação. Segundo ela, era um valor equivalente a quase 3 programas e parecia fazer sentido, na época.

O Filme

Um filme baseado na historia de Bruna Surfistinha foi aprovado pelo Ministério da Cultura para receber subvenção estatal. O título seria o mesmo de seu primeiro livro, O Doce Veneno do Escorpião, e captará cerca de quatro milhões de reais por renúncia fiscal.[4]
O filme é dirigido por Marcus Baldini com argumento de Karim Aïnouz e Antonia Pellegrino e roteiro de José Carvalho, Homero Olivetto e Antonia Pellegrino e produzido pela produtora carioca TvZERO.
A seleção do elenco começou em outubro de 2007, com a gravação do filme inicialmente prevista para 2008 e a estréia para abril de 2010.
Quem interpreta Raquel no cinema é a atriz Déborah Secco. O primeiro teaser do filme foi divulgado dias 19 de julho de 2010.[8]
Posteriormente, o título foi alterado somente para Bruna Surfistinha.

Samantha Moraes

Samantha Moraes (São Paulo, 23 de dezembro de 1975), é a ex-comissária de bordo cujo ex-marido, João Correa de Moraes, também conhecido como Pedro e João Paulo, assumiu o relacionamento com Bruna no programa de televisão popular Superpop. Samantha tem duas filhas e atualmente vive com o diretor do mesmo programa Marcelo Nascimento.
Após se tornar conhecida com esse episódio, começou a aparecer na mídia brasileira, fazendo sucesso ao expor sua versão da história, batendo o recorde histórico de audiência do programa , que contou com sua participação.

Livro Depois do Escorpião: uma História de Amor, Sexo e Traição

Em 2006 lançou o livro Depois do Escorpião: uma História de Amor, Sexo e Traição (ed. Seoman), cujo título é uma referência direta ao título do livro lançado por Bruna Surfistinha: O Doce Veneno do Escorpião.
Em apenas um mês o livro vendeu cerca de 5 mil exemplares]. O livro de Bruna Surfistinha vendeu 140 mil cópias até 2006


sexta-feira, 29 de julho de 2011

Gripe espanhola a mae das epdmias

Abrigados em trincheiras, os soldados enfrentavam, além de um inimigo sem rosto, chuvas, lama, piolhos e ratos. Eram vitimados por doenças como a tifo e a febre quintana, quando não caíam mortos por tiros e gases venenosos. Parece bem ruim, não é mesmo? Era. Mas a situação naquela Europa transformada em campo de batalha da Primeira Grande Guerra Mundial pioraria ainda mais em 1918. Tropas inteiras griparam-se, mas as dores de cabeça, a febre e a falta de ar eram muito graves e, em poucos dias, o doente morria incapaz de respirar e com o pulmões cheios de líquido.
Em carta descoberta e publicada no British Medical Journal quase 60 anos depois da pandemia de 1918-1919, um médico norte-americano diz que a doença começa como o tipo comum de gripe, mas os doentes “desenvolvem rapidamente o tipo mais viscoso de pneumonia jamais visto. Duas horas após darem entrada [no hospital], têm manchas castanho-avermelhadas nas maçãs do rosto e algumas horas mais tarde pode-se começar a ver a cianose estendendo-se por toda a face a partir das orelhas, até que se torna difícil distinguir o homem negro do branco. A morte chega em poucas horas e acontece simplesmente como uma falta de ar, até que morrem sufocados. É horrível. Pode-se ficar olhando um, dois ou 20 homens morrerem, mas ver esses pobres-diabos sendo abatidos como moscas deixa qualquer um exasperado”.

Enfermaria com gripados em Luxemburgo. NMHM/US.
Enfermaria com gripados em Luxemburgo. NMHM/US.
A gripe espanhola – como ficou conhecida devido ao grande número de mortos na Espanha – apareceu em duas ondas diferentes durante 1918. Na primeira, em fevereiro, embora bastante contagiosa, era uma doença branda não causando mais que três dias de febre e mal-estar. Já na segunda, em agosto, tornou-se mortal. Enquanto a primeira onda de gripe atingiu especialmente os Estados Unidos e a Europa, a segunda devastou o mundo inteiro: também caíram doentes as populações da Índia, Sudeste Asiático, Japão, China e Américas Central e do Sul.
O mal chega ao Brasil
No Brasil, a epidemia chegou ao final de setembro de 1918: marinheiros que prestaram serviço militar em Dakar, na costa atlântica da África, desembarcaram doentes no porto de Recife. Em pouco mais de duas semanas, surgiram casos de gripe em outras cidades do Nordeste, em São Paulo e no Rio de Janeiro, que era então a capital do país.

Morto pela gripe. Rio de Janeiro. Clube de Engenharia.
Morto pela gripe. Rio de Janeiro. Clube de Engenharia.
As autoridades brasileiras ouviram com descaso as notícias vindas de Portugal sobre os sofrimentos provocados pela pandemia de gripe na Europa. Acreditava-se que o oceano impediria a chegada do mal ao país. Mas, com tropas em trânsito por conta da guerra, essa aposta se revelou rapidamente um engano. Tinha-se medo de sair à rua. Em São Paulo, especialmente, quem tinha condições deixou a cidade, refugiando-se no interior, onde a gripe não tinha aparecido. Diante do desconhecimento de medidas terapêuticas para evitar o contágio ou curar os doentes, as autoridades aconselhavam apenas que se evitasse as aglomerações.
Nos jornais multiplicavam-se receitas: cartas enviadas por leitores recomendavam pitadas de tabaco e queima de alfazema ou incenso para evitar o contágio e desinfetar o ar. Com o avanço da pandemia, sal de quinino, remédio usado no tratamento da malária e muito popular na época, passou a ser distribuído à população, mesmo sem qualquer comprovação científica de sua eficiência contra o vírus da gripe.
Clube de Engenharia.
Clube de Engenharia.
Imagine a avenida Rio Branco ou a avenida Paulista sem congestionamentos ou pessoas caminhando pelas calçadas. Pense nos jogos de futebol. Mas, ao invés de estádios cheios, imagine os jogadores exibindo suas habilidades em campo para arquibancadas vazias. Pois, durante a pandemia de 1918, as cidades ficaram exatamente assim: bancos, repartições públicas, teatros, bares e tantos outros estabelecimentos fecharam as portas ou por falta de funcionários ou por falta de clientes.
Pedro Nava, historiador que presenciou os acontecimentos no Rio de Janeiro em 1918,  escreve que “aterrava a velocidade do contágio e o número de pessoas que estavam sendo acometidas. Nenhuma de nossas calamidades chegara aos pés da moléstia reinante: o terrível não era o número de casualidades - mas não haver quem fabricasse caixões, quem os levasse ao cemitério, quem abrisse covas e enterrasse os mortos. O espantoso já não era a quantidade de doentes, mas o fato de estarem quase todos doentes, a impossibilidade de ajudar, tratar, transportar comida, vender gêneros, aviar receitas, exercer, em suma, os misteres indispensáveis à vida coletiva”.
Durante a pandemia de 1918, Carlos Chagas assumiu a direção do Instituto Oswaldo Cruz, reestruturando sua organização administrativa e de pesquisa. A convite do então presidente da república, Venceslau Brás, Chagas liderou ainda a campanha para combater a gripe espanhola, implementando cinco hospitais emergenciais e 27 postos de atendimento à população em diferentes pontos do Rio de Janeiro.
Estima-se que entre outubro e dezembro de 1918, período oficialmente reconhecido como pandêmico, 65% da população adoeceu. Só no Rio de Janeiro, foram registradas 14.348 mortes.  Em São Paulo, outras 2.000 pessoas morreram.
A evolução de um vírus mortal

Tratamento preventivo contra gripe. EUA. NMHM/US.
Tratamento preventivo contra gripe. EUA. NMHM/US.
Ainda hoje restam dúvidas sobre onde surgiu e o que fez da gripe de 1918 uma doença tão terrível. Estudos realizados entre as décadas de 1970 e 1990 sugerem que uma nova cepa de vírus influenza surgiu em 1916 e que, por meio de mutações graduais e sucessivas, assumiu sua forma mortal em 1918. Essa hipótese é corroborada por outro mistério da ciência: um surto de encefalite letárgica, espécie de doença do sono que foi inicialmente associada à gripe, surgido em 1916.
As estimativas do número de mortos em todo o mundo durante a pandemia de gripe em 1918-1919 variam entre 20 e 40 milhões. Para você ter uma ideia nem os combates da primeira Grande Guerra Mundial mataram tanto. Cerca de 9 milhões e 200 mil pessoas morreram nos campos de batalha da Primeira Grande Guerra (1914-1918).
Leia também:
Atchin! É gripe?
Fontes de informações:
The Influenza Pandemic of 1918 - Human Virology at Stanford/Standford University
KOLATA, Gina. Gripe: a história da pandemia de 1918. Rio de Janeiro: Record, 2002. 382p.
TEIXEIRA, Luiz Antonio. Medo e morte: Sobre a epidemia de gripe espanhola de 1918. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro/Instituto de Medicina Social, 1993. 32p. Série Estudos em Saúde Coletiva, n.59.
Imagens retiradas em:

segunda-feira, 25 de julho de 2011

amy winehouse oque sera do mundo sem voce

Amy Jade Winehouse (Londres, 14 de setembro de 1983 — Londres, 23 de julho de 2011[1]) foi uma cantora e compositora de soul, jazz e R&B do Reino Unido. Seu primeiro álbum, Frank, lançado em 2003 pela Island Records, foi muito bem recebido, comercial e criticamente, e o segundo, de 2006, Back to Black, deu a ela seis indicações ao Grammy Awards, das quais venceu cinco.
Amy também foi muito conhecida por seus escândalos públicos e pelo uso de drogas. Os problemas de Amy com drogas e álcool foram noticiados pelos meios de comunicação ao redor do mundo desde 2008. Em junho de 2008 o pai de Amy revelou aos jornalistas que ela estava com uma possível arritmia cardíaca por conta do uso abusivo de cocaína e cigarro.[2]
Em 2009, Winehouse garantiu estar se recuperando. Ela já tinha vendido 505 mil cópias de seus dois discos anteriores no Brasil, segundo a revista semanal Veja.[3][4]
Em 2010, Amy terminou seu tratamento na reabilitação e finalmente parecia ter se libertado das drogas, podendo concentrar-se no seu terceiro disco, esperado para janeiro de 2011, fa(c)to que não ocorreu. No seu último show, em 19 de junho de 2011, em Belgrado, a cantora teve uma atuação em que era visível o seu estado de embriaguez, levando a assobios por parte dos fãs sérvios. Ficou assim provado, que a cantora não se tinha ainda curado do alcoolismo.[5]
No dia 23 de Julho de 2011, foi encontrada morta em sua casa. A polícia disse que a causa de sua morte "ainda não foi explicada."

Biografia

Infância e adolescência

Amy Winehouse nasceu em uma área suburbana de Southgate, bairro de Londres, numa família judia de quatro pessoas, com tradição musical ligada ao jazz. Seu pai, Mitchell Winehouse, era motorista de táxi e sua mãe, Janis, farmacêutica. Amy tem ainda um irmão mais velho, Alex Winehouse. Cresceu em Southgate, onde fez os estudos na Ashmole School.

Vida adulta

No dia 18 de maio de 2007 casou-se com Blake Fielder-Civil em Miami. Seu marido cumpre prisão temporária pela acusação de ter ferido gravemente James King, 36, proprietário de um pub, e de ter tentado obstruir a justiça em 2007, desde dezembro do ano passado. Blake admitiu sua culpa em audiências preliminares ao processo e evitou que o processo fosse agravado. Sua sentença poderia chegar a dez anos. Amy assistiu duas vezes às audiências, no tribunal londrino de Snaresbrook.[9]
Amy já foi presa duas vezes no ano de 2008, devido a posse de drogas e confessou ter batido em um homem com as mãos, passou uma noite numa cela, mas foi presa sem acusação formal.
Em 16 de julho de 2009, Amy e Blake se divorciariam, por causa de acusações de infidelidade de ambas as partes. Foram conhecidas as brigas que tiveram, com agressões. Boatos do reatamento de Amy com Blake foram desmentidos. Amy estava namorando com Reg Traviss, um diretor de cinema. Segundo amigos e parentes da cantora, Traviss é uma ótima influência para Amy e não tem envolvimento com drogas e nem álcool.
O Pai da cantora, Mitch Winehouse, lançou-se como cantor com o álbum "Rush Of Love", que traz clássicos do jazz de Ella Fitzgerald, Frank Sinatra e ainda quatro músicas compostas por Mitch.

Tatuagens

Amy Winehouse possuia algumas tatuagens pelo corpo. No braço direito, um pássaro com as palavras Never clip my wings (nunca amarres as minhas asas). No braço esquerdo, uma pin-up e uma ferradura (sorte), misturadas com a expressão daddy's girl (menina do papai). Já no antebraço esquerdo tinha uma pena. Na barriga, "Hello Saylor" (Olá Marinheiro). Finalmente, tinha tatuado sobre o seio esquerdo um bolso, e, escrito logo a cima, Blake's, que significa, do Blake.

Escândalos

Ultimamente tinha-se debatido, juntamente com o seu ex-marido, com problemas relacionados com drogas, tendo várias vezes tentado superar o vício em clínicas de desintoxicação. Os tablóides britânicos elegeram-na como alvo preferencial, destronando deste modo Pete Doherty ex-The Libertines e atual líder da banda Babyshambles, como junkie mais famoso da Grã-Bretanha.
No dia 22 de janeiro de 2008, um vídeo com Amy usando crack e outras drogas saiu no site do jornal inglês The Sun. Em 25 de janeiro, foi internada numa clínica de reabilitação, sendo vigiada 24 horas por dia..[10]
Em função das polêmicas, o governo dos Estados Unidos negou visto à artista para cantar no Staples Center, sede da 50ª edição do Grammy, realizada em 10 de fevereiro em Los Angeles. A pedido dos organizadores, Winehouse deveria cantar numa performance ao vivo de Londres, onde morava e cumpria seus tratamentos antidrogas.
Em concerto no Bowery Ballroom, na cidade de Nova Iorque.
No dia 30 de maio de 2008 deu o seu primeiro concerto em Portugal, no Rock in Rio Lisboa. Aparentemente, Amy entrou em palco bêbada. Apresentou-se com um hematoma no pescoço e uma ligadura na mão que a impedia de segurar no microfone. Encontrava-se rouca, pelo que o concerto deixou um pouco a desejar. Este concerto foi motivo de notícia nos mais diversos meios de comunicação. A cantora inglesa pediu desculpas pelo seu atraso de 40 minutos (o que fez com que o alinhamento fosse encurtado para não atrasar o espectáculo de Lenny Kravitz) e admitiu ainda que devia ter cancelado o concerto, devido ao mau estado da sua voz. Nesse mesmo concerto, Amy quase chorou quando cantou "Love Is A Losing Game", onde, depois, disse que tinha feito recentemente um ano de casamento com o seu marido que iria sair da prisão dentro de semanas. No seu grande cabelo, Amy tinha um coração com o nome do seu marido. Durante a música "Wake Up Alone", a cantora quase cai. A sua presença naquele concerto era uma incógnita até ao momento em que aparecesse em palco, e o facto de ter aparecido já foi um ponto muito positivo para muitos fãs e para um recinto de quase 100 mil pessoas completamente esgotado. Acompanhada de seis músicos e dois vocalistas, Amy Winehouse demorou 50 minutos para interpretar pouco mais de dez temas retirados dos seus dois álbuns (Frank, Back to Black), mas não na sequência anteriormente prevista..[11][12]
Semanas antes deste concerto, Amy foi presa duas vezes, e foi vista cheia de arranhões.[13]
Na última audiência do marido, Amy exaltou-se no tribunal e foi expulsa do edifício pois não parava de gritar dentro da sala.
Várias fotografias de Amy com o seu marido vieram para a internet. Amy aparece em poses sensuais, o seu peito exposto e ainda com comprimidos na língua. Também apareceram dois vídeos: um onde Amy canta uma música racista e outro onde Amy está com Pete Doherty, brincando com ratinhos recém-nascidos. Amy Winehouse já pediu desculpas pelo vídeo onde canta a música racista.
Amy passou algum tempo internada pelo pai num hospital depois de ter desmaiado em casa quando ia dar autógrafos a fãs que a esperavam à porta de sua casa. Os médicos fizeram testes de tuberculose que deram negativo, e disseram que Amy estava com sinais de algo que podia levar a um enfisema pulmonar. Foi feito um ultimato à cantora: se não deixar as drogas, irá perder a voz e morrer rapidamente. Amy foi liberada para sair do hospital na última semana de junho para ensaiar, pois iria fazer shows que já estavam marcados antes de ir para o hospital. Tudo isso seria feito com acompanhamento médico e depois dos shows ela retornaria ao hospital para continuar seu tratamento. Amy Winehouse, logo depois da saída do hospital para ir ensaiar, já foi encontrada fumando e comprando whisky, vodka e figurinhas do Euro 2008 para o ex-marido, com quem teria reatado.
No dia 29 de maio, a cantora inglesa apresentou-se no Festival de Glastonbury, onde cantou durante uma hora. Desta vez, a cantora aproximou-se muito dos fãs, e um deles jogou um objeto que bateu em sua cabeça, o que fez com que Amy tivesse uma reação agressiva, tentando dar socos no fã.[14] Amy Winehouse há pouco tempo sofreu uma overdose e alguns especialistas disseram que Amy estaria pesando 45 quilos, o que não seria normal para uma pessoa em que já pesou 50 kg em sua perfeita forma física e moral. Amy surpreendeu muitos ao declarar que sonhava ter filhos e ser feliz em um lugar que, segundo ela, estaria longe do cotidiano em que vivia.

Morte

Amy foi encontrada morta em sua casa, em Camden, Londres, no dia 23 de julho de 2011, às 16 horas (hora local), aos 27 anos.[15] A informação teria sido divulgada pelo jornal The Daily Mirror e confirmada pela polícia inglesa. O jornal The Sun divulgou notícia sobre a morte, informando que a polícia havia sido chamada às 16h 05 min, a uma propriedade ao norte de Londres, respondendo a um chamado para atender uma mulher desmaiada.[16]

Carreira

Início da carreira

Por volta dos dez anos, Winehouse fundou uma banda amadora - e de curta vida útil - de rap chamada Sweet 'n' Sour, as Sour. Ela descreveu a banda como sendo "the little white Jewish Salt 'n' Pepa" ("a pequena Salt 'n' Pepa judaica").
Ganhou a sua primeira guitarra elétrica aos 13 anos de idade e por volta dos 16 anos já cantava profissionalmente ao lado de um amigo, o cantor de soul Tyler James.
Segundo os pais de Amy, ela não demonstrava muito talento e cantava tudo timidamente. Eles acreditavam que ela não tinha muitas expectativas. Antes de assinar o contrato com a Island Records, Amy cantava e tocava em pubs de Londres. Darcus Breeze ouviu demos que a cantora havia enviado e "quis saber quem era a garota com a voz de jazz e blues". Pouco depois, Amy assinou um contrato com a Island e lançou seu álbum de estreia Frank.

Estreia

O seu álbum de estreia, "Frank", lançado em outubro de 2003, foi produzido por Salaam Remi. Diversas canções do álbum possuem influências do jazz e, todas as canções foram escritas por Winehouse. O álbum foi bem recebido pela crítica e sua voz foi comparada à de Sarah Vaughan, Macy Gray, entre outras.[2] Frank foi indicado para o Mercury Music Prize 2004.[17] O álbum foi lançado apenas no Reino Unido.

Back to Black

O seu segundo álbum, "Back to Black", recebeu 6 indicações para o Grammy 2008, das quais venceu 5: Canção do Ano, Gravação do Ano, Artista Revelação, Melhor Álbum Vocal Pop, Melhor Performance Vocal Pop Feminina.[18][19] Back to Black atingiu grande sucesso comercial, sendo o disco mais vendido de 2007(mais de 5 milhões de cópias no ano) e com mais de 8 milhões de cópias vendidas no mundo inteiro até o primeiro semestre de 2008 e 13 milhões de cópias vendidas até 2010.[2][20]
Durante o EMA 2007, Amy recebeu um prêmio surpresa: foi feita uma votação entre os artistas de mais destaque nesse ano para saber qual o artista que merecia ganhar, tendo sido Amy a mais votada. Artistas como Rihanna, Chris Brown, Fergie e Shakira disseram que ela merece uma vez que é original, tem uma voz incrível e um ritmo único.
Apesar de ter apenas dois álbuns de estúdio, Amy Winehouse teve "Rehab" eleita pelos criticos do segmento uma das músicas mais influentes da década 2000-2009.

Q: Soul Bossa Nostra

Após quatro anos desde o lançamento de Back to Black, Amy Winehouse voltou a produzir material inédito com Mark Ronson, o produtor de seu segundo álbum, em 2010. Esse novo projeto é um pseudo-tributo a carreira de Quincy Jones, um álbum chamado Q Soul Bossa Nostra e que possui o apoio de diversos artistas da música contemporânea, incluindo Jennifer Hudson, Amy Winehouse, Akon, Ludacris, Usher, Mary J. Blige, Robin Thicke, Tyrese, LL Cool J, Trey Songz, Three 6 Mafia, Jermaine Dupri, Scott Storch e Jamie Foxx. Amy optou por regravar uma canção que fez sucesso na voz de Lesley Gore em 1963: "It's My Party (song)". O lançamento desse álbum está marcado para o dia 9 de Novembro de 2010. De acordo com Quincy Jones, um dos produtores mais conhecidos da música, já tendo assinado obras de grandes nomes da música como Frank Sinatra, Michael Jackson e Sarah Vaughan, a cantora é "de outro planeta", declarou sobre o talento de Amy Winehouse na revista "Rolling Stone", e que a nova roupagem da canção ficou "com cara de Amy".

Terceiro álbum de estúdio

O terceiro álbum de Amy Winehouse estava sendo produzido desde 2008, mas nessa época não foi concluído e foi abandonado. Após estar mais recuperada das drogas, Amy compôs algumas canções quando estava em Santa Lúcia (em 2009), mas as canções foram rejeitadas pela gravadora. Segundo os executivos o disco era muito depressivo e com muitas referências ao ex-marido da cantora, Blake Fielder-Civil. Amy chamou Mark Ronson para "tentar salvar o novo álbum" mas, na época, os dois não chegaram nem a se reunir. Finalmente em 2010, Winehouse começou a trabalhar oficialmente no terceiro trabalho de estúdio, o sucessor de Back to Black. Segundo Darcus Breeze, que ouviu algumas demos do álbum, as músicas são ótimas e ele ficou realmente impressionado. O pai de Amy Winehouse, Mitch Winehouse afirmou que o novo álbum da cantora deve sair em dezembro de 2010 e que as canções são ótimas.Porém, o produtor Mark Ronson afirmou que Winehouse ainda não começou a trabalhar no disco. Amy afirmou que o álbum será lançado em janeiro de 2011 e que tem material o suficiente para produzir três discos diferentes.
Amy Winehouse findou sua curta e brilhante carreira antes de lançar o tão aguardado terceiro álbum. Espera-se que haja o lançamento de materiais inéditos e demos que foram gravados pela cantora antes de sua trágica morte. Espera-se que o terceiro álbum seja lançado como um CD póstumo.

Outras premiações

Em 14 de fevereiro de 2007 ganhou um Brit Award por Melhor Artista Feminina Britânica[21] entregue pela Baby Spice, Emma Bunton. Quatro meses depois,Winehouse, recebe o Mojo Awards pela melhor canção do ano.[21] Mesmo que seja recebeu e vários outros como : Europe Music Awards , MTV Video Music Awards , Mercury Prize Awards , Q Awards , Elle Style Awards , Ivor Novello Awards , South Bank Show Awards , Meteor Irish Music Awards e outras .

Características

Influências

Apesar de ter lançado somente dois álbuns, Amy influenciou alguns artistas: a cantora Adele (que inclusive era amiga de Amy) foi intitulada pela mídia como a nova Amy Winehouse, além de ter voz e estilo parecidos. Gabriella Cilmi também é comparada a Winehouse por seu timbre, sendo este quase idêntico. Paloma Faith tem visual, voz, estilo musical influenciados por Winehouse.

Visual

Amy Winehouse foi um ícone de estilo, trazendo em seu "look" uma mistura diversificada: os olhos cobertos por um forte delineador que lembrava o visual de cantores de rock; o cabelo (característica mais marcante no seu visual) era inspirado nos penteados das divas dos anos 1950/60; as roupas eram modernas. Suas roupas eram simples; sapatilhas de balé estavam quase sempre com a cantora.